Natura lança desodorante aerossol Ecocompacto com tecnologia inovadora e sustentável

Marciele Domingues
Com 48% menos impacto ambiental do que a média do mercado, o novo Ecocompacto traz tecnologia inovadora em embalagem compacta, mas com mesmo rendimento dos aerossóis convencionais.desodorante-ecocompacto-natura
Cada vez mais pessoas buscam alternativas de consumo sustentáveis, que ofereçam os benefícios que precisam, mas ao mesmo tempo minimizem os impactos negativos no meio ambiente e na sociedade. Por outro lado, o consumidor de desodorantes, categoria essencialmente funcional, busca produtos que oferecem a máxima performance e praticidade. Nesse contexto, o aerossol ganha participação de mercado a cada ano, mesmo sendo um aplicador de maior impacto no meio ambiente, quando comparado às demais alternativas de embalagem. Para se ter uma ideia, o Brasil é o maior mercado mundial de desodorantes (USD4,8 bi)*, sendo que 50%** dele é concentrado em aerossol. Foi pensando nesse cenário e em como as escolhas cotidianas de cada um podem melhorar a vida dos outros e do planeta que a Natura desenvolveu a tecnologia Ecocompacto: uma solução que alia menor impacto no meio ambiente à proteção e performance esperadas de um desodorante aerossol. O Ecocompacto marca a entrada definitiva da Natura no segmento de desodorantes aerossóis com uma proposta que traz 48%*** menos impacto ambiental com mesmo rendimento**** e 24h de proteção antitranspirante e desodorante. Embalagem – Uma das maiores inovações do Ecocompacto está em sua embalagem. Com metade da volumetria de um aerossol comum, 75ml x 150ml, o desodorante oferece o mesmo rendimento, graças à tecnologia de sua válvula e a sua fórmula concentrada. “O Ecocompacto é muito mais eficiente e reduz significativamente o impacto no meio ambiente. Isso porque conseguimos concentrar a fórmula e aliá-la a uma válvula que exige menos gás propelente para o funcionamento do conjunto. Como resultado, reduzimos o tamanho da embalagem e consequentemente da quantidade de material utilizado”, explica Alessandro Mendes, diretor de formulação e embalagem da Natura. Sua embalagem compacta tem, em média, 15%***** menos de alumínio quando comparado aos aerossóis do mercado. “A inovação está no centro do nosso processo de criação desde a nossa fundação, especialmente quando falamos em tecnologias sustentáveis. Temos diversos marcos na nossa história: o primeiro refil em 1983, Natura Ekos em 2000, a vegetalização das nossas fórmulas ao substituirmos os insumos de origem mineral e animal por matérias-primas vegetais em 2005, a tabela ambiental nos rótulos de produtos em 2007 que leva ao consumidor dados técnicos sobre a composição e embalagem. Recentemente, lançamos a marca SOU e inauguramos o Ecoparque em Benevides (PA), que permitirá abastecer o mercado brasileiro e internacional com produtos 100% fabricados na Amazônia em um complexo industrial sustentável. Em agosto desse ano, trouxemos para o mercado o primeiro refil em PET 100% reciclado na perfumaria. Por isso, só entramos no mercado de aerossóis quando chegamos a essa tecnologia”, reforça Alessandro Mendes. Em abril de 2014, a Natura apresentou sua nova visão de sustentabilidade que reforça seu compromisso e apresenta diretrizes sustentáveis para o modelo de negócio da empresa no longo prazo com ambições para o ano de 2020. Em embalagens, a empresa tem a ambição de: utilizar, no mínimo, 75% de material reciclável na massa total de embalagens (56% em 2013); usar, no mínimo, 10% de material reciclado pós-consumo na massa total de embalagens (1,43% em 2013); e ter 40% das unidades faturadas da Natura em embalagens ecoeficientes (21,5% em 2013). “Concentrando iniciativas em três pilares – “Marcas e Produtos”, “Rede de Relações” e “Gestão e Organização” –, o objetivo é ir além de neutralizar danos causados pelo negócio e promover impacto positivo nos âmbitos social, ambiental e econômico. A nova visão de sustentabilidade da Natura expressa a intenção de que as nossas linhas de produtos estimulem novos valores e comportamentos necessários à construção de um mundo mais sustentável, como é o exemplo do novo Ecocompacto”, explica Denise Alves, diretora de sustentabilidade da Natura.
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