Design de embalagem vai além da forma e função de um produto. Tem também o poder de disseminar cultura.

Raul Carvalho

A embalagem, além de acondicionar um produto, de informar sobre suas qualidades, de conter informações legais e dicas de uso, também deve ser um meio de divulgar cultura. Todo design deve buscar o significado mais intrínseco do produto.

Nas últimas décadas, a tecnologia tem ficado cada vez mais acessível e, rapidamente, as empresas se igualam em capacidade técnica. Resultando em produtos muito similares. Se queremos atrair novos consumidores devemos ir além.

Com a massificação e a banalização dos meios de comunicação, existe hoje uma tendência, quase uma necessidade, de personalizar cada vez mais o nosso gosto, as nossas escolhas. As redes sociais são um exemplo disso: precisamos deste sentimento de pertencer, de se identificar.
Além de embalagens atraentes, que influenciem no momento da compra, estamos hoje mais focados em agregar personalidade ao produto e a marca à qual ele pertence.

Pensando nesse caminho, as empresas hoje buscam personalizar também seus produtos.
No design de embalagem está a oportunidade mais latente para expor essa personalização. É a embalagem que vai junto com o consumidor para sua casa. Ela tende a passar uma nova experiência, ao menos a instigar a imaginação de quem está consumindo aquele produto.

Com isso em mente, ao pensar em uma embalagem, vamos buscar histórias para contar. Histórias que resgatam as origens de cada produto. Com essas histórias, geralmente, trazemos um pouco da cultura de cada região, de cada segmento, de cada tribo.

Um produto hoje deve provocar o consumidor a conhecer melhor seu entorno. Temos uma forte demanda por produtos que ‘falem’ um pouco de nossa própria história, de nosso país, de cada região.

Exemplo: Mangas Agrodan.
Quando trabalhamos para as caixas de manga da região do rio São Francisco, descobrimos uma riqueza de estilos gráficos, de ícones e emoções, que existem no agreste pernambucano. Buscamos transmitir estes códigos nas caixas de Mangas Agrodan, que há mais de 10 anos são exportadas, levando um pouco deste clima para outros países.

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Exemplo: Especiais de Origem do Café do Centro.
No caso da linha Especiais de Origem, do Café do Centro, a ideia de trazer as texturas para as embalagens surgiu quando estava tomando um cafezinho numa cidade mineira. Olhei em volta e vi que os elementos de decoração do ambiente me agradavam porque traziam a cultura da região. E isso resultou nessas embalagens, que carregam com elas história e cultura, junto com o produto. Nelas falamos de seis texturas muito presentes em fazendas do interior do Brasil – a chita, o fuxico, a pátina, a palha, a laise da roupa da baiana e o mais usado em todo Brasil, o ladrilho hidráulico.
O design provoca a experiência, estimula o consumidor a se transportar para o ambiente das fazendas. Resgata memórias.

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A nova relevância dos produtos|
Os produtos precisam cada vez mais ter relevância e não ser apenas mais um na prateleira. Por conta disso o designer precisa, cada vez mais, ficar antenado com o seu entorno, com aspectos culturais que envolvem o cliente, o produto, seus consumidores.
Nosso papel agora, mais do que nunca, é bem mais do que um desenho bonito e bem planejado. Temos a missão de disseminar a cultura, as raízes de cada setor de produção, de cada estado, de cada país.

O Brasil tem uma diversidade de culturas e de estilos de vida, conjugados com diferenças climáticas muito grandes. Nossa cultura colorida e multipla só agrega no momento de compra na gôndola. Nos encanta! É uma fonte enorme para nos inspirar.

A ideia é sair da mesmice e ainda informar. Afinal nossa área é fundamentalmente de ‘comunicação’. Buscamos o encantamento e a informação.

E esse encantamento é o que nos move a continuar ainda hoje a buscar originalidade em cada projeto.

Fonte: http://www.embalagemetecnologia.com.br/artigos/2014/007_ed20_design_de_embalagem/index.htm

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A Tosello renova a identidade visual da marca

Raul Carvalho

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A Tosello renova a identidade visual da marca: logomarca, modernização das embalagens de seus fatiados e embutidos, dos itens promocionais, da frota etc.

A nova abordagem deve despertar a atenção do consumidor, criar e fortalecer a marca, facilitar a identificação, mas sem perder sua essência já construída no mercado como uma marca de qualidade, conceito próximo ao artesanal, defumação natural e sabor diferenciado, que levaram a Tosello a um novo patamar de produção, oferecendo seus produtos em embalagens especiais que preservam o aroma e sabor por até 40 dias.

Os destaques das novas embalagens, que mantiveram o fundo termo formável azul escuro, são o fechamento transparente – para que o produto fique visível e mostre suas qualidades de frescor e cor –, o sistema “abre fácil” e o peso, agora com 100, 300 e 600 gramas.
Para Antonio Celso Sparapan, idealizador da nova identidade visual e há mais de 40 anos profissional do design, “sempre que se fala em imagem, você vê uma possibilidade de síntese, isso vem desde que o design é design, desde que menos é mais”.

Essa tendência baseou a criação da nova imagem onde o nome Tosello ganhou 2 “eles” inclinados, posicionados no espaço a 12 graus (quando a linha base do texto é horizontal) que definem um conceito de estabilidade e traduz o movimento de 2 fatias dos produtos Tosello, com uma tipografia que foi praticamente desenhada.
As novas embalagens de grande parte dos 60 tipos dos embutidos e fatiados Tosello – salsichas, linguiças, lombos, presunto, salsichões, carnes defumadas (picanha, pastrami, etc.) chegam aos supermercados, padarias, empórios, restaurantes, bares, já neste mês de novembro.

Fonte: http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/584/index.htm

Vinícola Campestre adota novas garrafas para sua linha de sucos

Raul Carvalho

Produzidas pela Verallia, embalagens possuem boca
mais larga e tampa metálica.

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A linha de sucos de uva Pérgola, produzida pela Vinícola Campestre, chega ao mercado com novo design assinado pela Verallia – divisão de embalagens de vidro para alimentos e bebidas do Grupo Saint-Gobain.

As novas garrafas são da linha de Suco Premium de 300ml, 500ml e 1L que envasam os sucos de uva tinto e branco integral, tinto adoçado e orgânico agora possuem boca mais larga e tampa metálica, que além de mais práticas para o consumo, também estão mais bonitas e modernas. A empresa já utilizava a linha de garrafas de Suco Standard da Verallia.

Segundo Sidnei Benvegnú, Gerente de Produção da Vinícola Campestre, para a aquisição das novas garrafas e outros equipamentos, como enchedora, tapadora, inspetora de linha e as novas tampas, a empresa projeta um aumento de 15% nas vendas. “Esperamos que com essa nova identidade visual, nossos consumidores encontrem um produto com uma roupagem mais moderna, segura e principalmente, mais prática para o consumo”, explica.

A produção mensal dos sucos de uva Pérgola chega a 400mil litros e o produto pode ser encontrado nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e em alguns estados da região Norte e Centro-Oeste.

Fonte: http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/582/index.htm

Embalagem de energético orgânico é finalista em premiação da ESPM-Sul

Raul Carvalho

Aguentar o tranco do cotidiano e ter mais disposição na balada. Tudo isso, sem prejudicar o meio ambiente e ainda beneficiando a sua saúde. Essa é a proposta do Gaia Organic Energy Drink, energético livre de agrotóxicos e conservantes criado por alunos de Design da ESPM-Sul. O projeto gráfico da embalagem do produto está entre os finalistas da 9ª edição da “Noite de Prêmios” da ESPM-Sul.

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Com o logo de uma árvore estilizada, as latinhas de 500 ml apresentam diferentes cores para cada sabor: rosa (melancia), azul claro (blueberry), roxo (uva) e verde (limão). Além disso, o grupo formado por Marco Marchiori, Michelle Marquetti, Rachel Fernandes e Thais Pecchio caprichou nos detalhes. São pormenores que vão desde a criação de uma mensagem impressa na embalagem que explica o posicionamento da marca, até a arte do código de barras (com desenhos que remetem à natureza).

O evento anual de maior importância da instituição acontece na quinta-feira, 23 de outubro, às 20h30min, no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre. Nesta edição serão premiados os projetos desenvolvidos entre o segundo semestre de 2013 e o primeiro semestre de 2014. Os finalistas serão classificados com ouro, prata, bronze e destaque especial contemplando diversas categorias, dos diferentes cursos da instituição. No total, foram 209 trabalhos inscritos e escolhidos 55 vencedores.

 Fonte: http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/561/index.htm

GOLD Premium Sweet reformula embalagens de adoçantes

Raul Carvalho

Novos rótulos chegam ao mercado com cores que contribuem
para a identificação da marca

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A GOLD Premium Sweet reestruturou as embalagens das linhas de adoçantes Sucralose e Aspartame com o objetivo de criar uma identidade única para todos os produtos.

As novas embalagens trazem a cor amarela nos sachês e nas caixas que, segundo pesquisa realizada pela WOW! Nutrition com diversos consumidores, gera reconhecimento e associação à marca.

Além disso, os tipos de adoçantes são diferenciados por tarjas coloridas com o nome do componente do produto. Neste caso, Sucralose terá a cor rosa, Aspartame, azul e Stevia, lançado recentemente no mercado, verde.

A GOLD Premium Sweet foi pioneira no setor de adoçantes a disponibilizar informações sobre os produtos no verso da embalagem, como quantidade recomendável por dia, segurança no consumo de adoçantes e equivalência de dulçor com o açúcar.

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Os produtos da marca GOLD Premium Sweet ainda levam o selo de qualidade e confiança da Associação Nacional de Assistência ao Diabético – ANAD. Hoje, a linha de produtos conta com adoçantes, achocolatado, balas e chocolates.

Novo site
Com a reformulação da linha GOLD Premium Sweet, a WOW! Nutrition também lança o novo site da marca. Lá estão reunidas todas as informações sobre as linhas de produtos, receitas especiais e outras novidades. Acesse www.goldadocantes.com.br

Fonte: http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/557/index.htm

Você sabia que as embalagens de snacks são recicláveis?

Raul Carvalho

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Muitas pessoas acreditam que os saquinhos de snacks não podem ser reciclados por serem metalizados e acabam descartando-os na lixeira comum. No entanto, as embalagens são 100% plástico BOPP, já que o percentual de alumínio é apenas 0,05%, o que, segundo laudos do CETEA, não interfere no processo de reciclagem do plástico e devem ser dispensadas na lixeira para recicláveis.

A reciclagem no Brasil ainda está em estágio inicial, se comparada aos países mais desenvolvidos, mas movimenta cerca de R$ 12 bilhões ao ano, segundo o Ipea. No entanto, erros de manuseio e perdas no setor chegam a R$ 8 bilhões no mesmo período, ainda como parte do processo natural de amadurecimento, de acordo com o Instituto. Parte do problema está na forma como o material é manipulado: quando misturados lixos seco e úmido, por exemplo, estes resíduos sofrem uma queda de aproveitamento de 70% para 1%. A separação correta transforma o lixo em potencial resíduo e, do contrário, vira rejeito e não pode mais ser reciclado, a exemplo do BOPP.

Quer saber o que acontece com seu saquinho de salgadinho e outros snacks quando tem uma destinação correta?

O ciclo do BOPP

Descarte correto
Após o consumo do snack, a embalagem deve ser descartada na lixeira para plásticos ou resíduos recicláveis. A matéria prima principal é BOPP, um plástico específico chamado cientificamente de película de polipropileno biorientada. Para orientar corretamente o consumidor, a PepsiCo incluiu a informação de descarte reciclável nas próprias embalagens de snacks.

Coleta seletiva
Dispensado corretamente na lixeira reciclável, a coleta seletiva feita por catadores, cooperativas e serviços municipais recolherá o material. Caso seu município não tenha o caminhão recolhedor, procure um posto de descarte adequado, normalmente oferecido pela prefeitura.

Triagem nas cooperativas
Quando os materiais chegam às cooperativas, os colaboradores farão a devida triagem. Visando a maior eficiência desse processo, a PepsiCo promoveu a capacitação de catadores de cinco cooperativas em São Paulo, informando-os que o BOPP deve ser coletado e encaminhado para o processo de reciclagem de plásticos.

Recicladora
Nesta etapa, o plástico BOPP é devidamente processado para dar origem a uma resina que servirá de matéria prima para a produção de outros objetos.

Novos produtos
O BOPP reciclado pode ser transformado em diversos produtos de plástico e até mesmo papel sintético. A PepsiCo Brasil, por exemplo, desenvolveu um projeto pioneiro na PepsiCo no mundo que utiliza o BOPP reciclado para fabricar os displays de exposição de seus snacks nos mercados e pontos de venda. Para cada display de BOPP reciclado são reutilizadas, em média, 425 embalagens de snacks e, nos últimos dois anos, mais de 144 mil displays foram produzidos com BOPP 100% reciclado.

Reciclo PepsiCo
O Programa Reciclo PepsiCo tem como objetivo formar redes para tratar da questão dos resíduos pós-consumo no segmento de atuação da empresa, reunindo integrantes de toda cadeia produtiva e setor público, somados à sociedade civil – por meio de seus consumidores, que junto com a PepsiCo trabalham para a redução e correta destinação do material.

Quatro pilares compõem o Reciclo PepsiCo: Inovar, Engajar, Reciclar e Performar, com foco especial nas embalagens e no trabalho realizado com cooperativas de catadores de material reciclável, localizadas na zona Sul de São Paulo. O Reciclo abarca ainda as ações da empresa na redução de material em suas embalagens (de BOPP e PET) e também na promoção de uma nova utilização das embalagens pós-consumo, como o display desenvolvido a partir das embalagens recicladas de snacks.

A preocupação com o destino dos resíduos gerados nas etapas de produção e pós-consumo está na visão

Estratégica e forma de atuação da PepsiCo há mais de uma década, atuação que segue a visão estratégica global de Performance com Propósito, que significa entregar ótimo desempenho fazendo as coisas certas para as pessoas e para as comunidades ao redor do mundo.

Fonte: http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/543/index.htm

Mentos Kiss ganha versão estilo retrô

Raul Carvalho

Linha de pastilhas da Perfetti van Melle lança edição limitada de latas colecionáveis com grafismos das décadas de 60, 70, 80 e 90.

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A Perfetti van Melle acaba de lançar no mercado brasileiro a edição limitada de pastilhas refrescantes sem açúcar Mentos Kiss Décadas. As embalagens têm estilo retrô e são colecionáveis. O sabor menta ganhou latas que apresentam grafismos das décadas de 1960 e 1970, enquanto que o sabor morango embalagens com design que representam as décadas de 1980 e 1990.

O objetivo da empresa é reforçar a relação com o público que procura produtos sem açúcar oferecendo como presente embalagens de alumínio que podem ser reutilizadas. As latas estarão disponíveis nos principais pontos de vendas do País, como hipermercados, supermercados, lojas de conveniência, padarias, empórios e mercearias, em embalagens de 35g, com 50 pastilhas, pelo preço sugerido de R$ 5,90. A linha Mentos Kiss foi lançada no Brasil em 2012.

Fonte: http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/531/index.htm

Brainbox cria embalagens da coleção Intense Sereias Urbanas, de O Boticário.

Raul Carvalho

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Quem é apaixonado por maquiagem vai ficar sem fôlego com essa novidade: a coleção Intense Sereias Urbanas, de O Boticário. Inspirada no universo sedutor e misterioso das sereias, os produtos convidam para um mergulho no universo desses sedutores seres mitológicos de um jeito irreverente e ousado.

O estilo old school, tendência do momento entre os jovens, vivenciada por meio da beleza, do estilo e comportamento, também faz parte do mood da coleção – presente em produtos como as tatuagens temporárias.

A Brainbox Design Estratégico criou as embalagens da coleção, que apresentam a ilustração da sereia sobre um fundo cor de pele, como se os produtos estivessem tatuados. Um dos destaques do projeto é a compactação diferenciada no blush e nas sombras, com uma textura que lembra a cauda da sereia. A coleção, que estará disponível para venda a partir de 22/9, conta com nove itens de maquiagem, esmalte com caviar para decoração das unhas, tatuagens temporárias e um nécessaire no estilo clutch.

Ficha técnica
Agência: Brainbox Design Estratégico
Diretor de Criação: Marcos Minini
Design: Luciana Cabral, Paula Ayres, Julia Ghun, Janaína Godoy
Redação: Elisa Ribeiro, Ilane Teixeira
Ilustração: Paula Ayres
Finalização: Helton Schnitzler e Daniel Ishikawa
Atendimento: Gabriela May, Fernanda Zanini e Maryane Colombo
Aprovação: Isabella Wanderley, Mirele Agustinho Martinez, Alexandre Bering, Fabiana Paschotto

Fornecedores
embalagens secundárias: Kingraf
embalagens primárias: Albéa, Qualipack, Geka, Faber Castel, LAbvictoria, Toly e Weckerle

Wickbold lança edição limitada de torradas mistas

Raul Carvalho

Empresa desenvolve produto que mistura dois sabores de torradas na mesma embalagem, oferecendo maior praticidade e
opção de escolha ao consumidor.

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A Wickbold inova mais uma vez e cria uma edição limitada de Torradas Mistas, para que o consumidor encontre seus sabores favoritos em um único pacote.

Disponível em duas versões, Torrada Mista 10 Grãos com Integral e Torrada Mista 10 Grãos com Castanha-do-Pará e Quinoa, a novidade traz um novo conceito de consumo para este segmento fortalecendo o pioneirismo da marca.

Por serem embaladas a cada três fatias, oferecem maior praticidade e permitem que o produto seja levado na bolsa ou mochila, facilitando seu consumo em todos os lugares, seja no trabalho, na escola, no trânsito ou em momentos de lazer.

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O novo formato também é perfeito para as famílias menores, que consomem pequenas porções e ao mesmo tempo buscam maior variedade de sabor, sem abrir mão de um produto fresquinho e crocante.

As Torradas Mistas serão comercializadas nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro até dezembro de 2014.

 

Philadelphia lança embalagem com receitas nos versos das tampas para incentivar a Cozinhaterapia

Raul Carvalho

A primeira marca de Cream Cheese do mundo e que inovou o mercado brasileiro lançando a embalagem com 300 gr, acaba de remodelar suas embalagens com a inclusão de receitas e cantos arredondados
para otimização do produto.

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Facilitar a vida das consumidoras e incentivá-las a descobrir o potencial de Philadelphia como um ingrediente culinário foram pontos decisivos para definir como seria o novo modelo das embalagens de Philadelphia, líder na categoria de cream cheese no Brasil, segundo dados Nielsen.
Com o formato mais arredondado, para facilitar a usabilidade e evitar que sobre produto nos “cantinhos”, e a identidade visual nas cores cinza (linha Original) e azul (versão Light), as novas embalagens chegam às lojas nos tamanhos de 150 gr e 300 gr e têm seu lançamento previsto para este mês.

Não é a primeira vez que a marca reformula suas embalagens. Em 2012, a mudança foi feita para que o consumidor pudesse ampliar o uso do produto no ambiente culinário e a logomarca foi renovada. Com o lançamento do pote de 300g, além de oferecer um benefício de custo para o consumidor, a marca começou a explorar alguns atributos de embalagens que serviram de inspiração para a atual. Uma das tecnologias aproveitadas foi a impressão do pote no formato in mold label, que possui uma resolução melhor e consegue aproveitar mais o espaço da embalagem para comunicar todo o diferencial de produto com imagens de pratos e receitas.

“Trouxemos o que há de melhor para o nosso consumidor. As novas embalagens são eficientes tanto para a comunicação no PDV, trazendo melhorias na exposição do produto, quanto para a consumidora, que pode aproveitar melhor cada colherada de Philadelphia na hora de preparar a sua refeição” conta Juliano Rodrigues, gerente de marketing de Philadelphia.

Outra novidade para o consumidor será a presença de receitas no verso da tampa de Philadelphia. Da entrada à sobremesa, a marca optou por aquelas que melhor expressam as características e sabor do produto. “Philadelphia é muito versátil e queremos mostrar essas possibilidades para a consumidora. No doce ou no salgado, ele gratina, derrete, dá textura e cremosidade, de acordo com o que a receita pedir”, reforça Juliano. A distribuição das novas embalagens teve início na região do Sul, com o pote de 300 gr e a previsão para que todas as lojas estejam abastecidas com a novidade, em todos os formatos, é para janeiro de 2015.

Fonte: http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/480/index.htm

        www.philadelphia.com.br

Americana cria caixa de pizza que vira prato e embalagem para sobra

Raul Carvalho

Além do benefício prático e inteligente a caixa é
feita de material reciclado

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Quem já pediu pizza para viagem percebeu que a caixa não é algo prático. Seu tamanho dificulta o manuseio, atrapalha o espaço da mesa na hora de comer, não cabe na geladeira e é grande demais para o saco de lixo.

Pensando nessa problemática uma americana criou uma caixa que ficou batizada de Green Box.

A ideia de Jennifer Wrignt foi criar uma caixa comum. Com ela é possível destacar a tampa e transformá-la em quatros “pratos”, algo que muita gente já faz. Com a outra metade da caixa é possivel dobrá-la e formar outra caixinha, que pode ser colocado os pedaços que sobraram. Genial!

Jennifer afirmou ao Huffington Post que a ideia original era criar apenas um material para festas de aniversário, parques e piqueniques.

Além desse benefício prático, a caixa é feita com papelão reciclado.Além do benefício prático e inteligente a caixa é feita de material reciclado.

Fonte:

http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/463/index.htm

BST! Design desenvolve linha de embalagens para os Cafés Especiais de Origem do Café do Centro

Raul Carvalho

Elas contam um pouco da história do café no país, remetendo a elementos presentes nas fazendas das regiões produtoras. E estão entre as finalistas nas duas mais representativas premiações do setor de embalagens do Brasil – o Prêmio IDEA/Brasil e o Prêmio ABRE da Embalagem Brasileira.

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Pátina, Palha, Renda, Fuxico, Chita e Ladrilho. Texturas e cores que remetem a regiões produtoras. Foi pensando na história do café no Brasil, um dos produtos mais característicos do país, que a agência de design BST! Design desenvolveu a linha de embalagens para os Cafés Especiais de Origem em parceria com o Café do Centro. Para a embalagem de cada uma das seis regiões produtoras – Espírito Santo, Cerrado Mineiro, Bahia, Paraná, Sul de Minas e Mogiana – foi escolhida uma textura específica.

“Acreditamos que a embalagem, além de acondicionar o produto, também deve ser um meio de divulgar cultura. Todo design deve buscar o significado mais intrínseco do produto. E o café é muito ligado ao interior do país, pela agricultura, pelas fazendas… Durante muitos anos, as grandes fazendas produtoras de café sustentaram a economia do Brasil. Assim, nada mais apropriado que marcar a história nessas embalagens, reavivando as texturas das fazendas de café do interior”, explica Baíta Sicupira, diretora do BST! Design, agência de design com 22 anos de mercado.

O Café do Centro é uma empresa brasileira especializada em cafés gourmet e reconhecida pela qualidade de seus grãos, com quase 100 anos de atuação – nasceu em 1916 em uma cafeteria no centro da cidade de São Paulo. Os Cafés Especiais de Origem já foram exportados para a França e para a Tailândia, através da empresa Pão de Açúcar/Casino. Em breve, com data a ser definida, serão lançados no mercado interno.

E a linha de embalagens desenvolvida pelo BST! Design para o Café do Centro está entre as finalistas nas duas mais representativas premiações do setor de embalagens do Brasil – os prêmios IDEA/Brasil e ABRE da Embalagem Brasileira – na categoria “Competitividade Internacional”. As embalagens, aliás, estão expostas no saguão do Conjunto Nacional, em São Paulo, como finalistas do Prêmio IDEA/Brasil.

Segundo Baíta, a ideia de trazer as texturas para as embalagens surgiu quando estava tomando um cafezinho, numa cidade mineira. “Olhei em volta e vi que os elementos de decoração do ambiente me agradavam porque traziam a cultura da região. E isso resultou nessas embalagens que carregam com elas história e cultura, junto com o produto em si, diferenciado. A impressão foi feita pela Santa Rosa Embalagens Flexíveis Ltda, em um trabalho muito criterioso, já que por se tratar de representar as texturas, precisávamos de alta qualidade de impressão.”

As seis regiões e suas texturas

Espírito Santo – A pátina é um tipo de revestimento protetor aplicado em casas ou móveis de madeira. É uma técnica que dá efeito rústico de desgaste e envelhecimento muito suave. Com o tempo ganhou status e virou sinônimo de elegância das grandes fazendas do interior.
 

Cerrado Mineiro – A palha é um subproduto vegetal que após desidratada é usada na indústria, no artesanato e até como combustível. Utilizada também para fazer adereços regionais como os chapéus de palha ou, até, a peneira para a seleção do café.

Bahia – Tipo consagrado, a baiana reúne elementos visuais de tradição barroca europeia, como saias armadas, volumosas; e cores e texturas de peças africanas. A renda está presente compondo toda a sua vestimenta, sendo a grande marca da roupa da baiana.

Paraná – O fuxico é um artesanato de tecido onde um pequeno círculo com as extremidades alinhavadas e franzidas inspira a criação de enfeites e adereços, até a composição de peças maiores como colchas e mantas, muito comum nas propriedades cafeeiras do interior do Brasil.
 

Sul de Minas – A chita é um tecido de algodão, de trama rudimentar, com estampas florais coloridas, que compunha os vestidos das mulheres do interior. A chita foi introduzida no Brasil a partir de 1800 pelos europeus. Hoje é usada por decoradores e estilistas em suas coleções.
 

Mogiana – O ladrilho é um tipo de revestimento artesanal feito à base de cimento, usado em pisos e paredes. É reconhecido por sua resistência e por suas qualidades decorativas, precioso trabalho feito à mão que contribui para a construção do Brasil.

A linha de embalagens para os Cafés Especiais de Origem do Café do Centro, desenvolvida pelo BST! Design, teve direção de criação de Baíta Sicupira. Designers: Lilian Kozemekin, Felipe Sena e Pedro Henrique Santos. Gerente de Atendimento: Brigitte Strotbek.

 

 

 

 

Fonte: http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/449/index.htm

VISITE O SITE:
www.bstdesign.com.br
www.cafedocentro.com.br

 

Pokémon OR/AS (3DS) terão edições limitadas na Europa

Raul Carvalho

Os jogos virão em caixas Steelbook totalmente ilustradas conforme a versão escolhida. Miniaturas dos lendários de cada game serão brindes da pré-venda.

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Foi anunciando nesta manhã pela Nintendo européia que os remakes Pokémon Omega Ruby e Pokémon Alpha Sapphire receberão edições limitadas no continente. Além disso, foram também revelados os brindes para aqueles que adquirirem uma das versões durante a pré-venda.

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As edições especiais consistirão em cases metálicos ilustrados tematicamente de acordo com a versão escolhida nos quais virão os cartuchinhos dos games para o portátil 3D da Big N. De acordo com a informação divulgada, essa tiragem limitada estará disponível para venda somente na Nintendo UK Store e na rede varejista GAME.

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Os consumidores que comprarem Pokémon Omega Ruby ou Pokémon Alpha Sapphire na pré-venda realizada pelas lojas já mencionadas receberão de brinde miniaturas dos monstros lendários Groundon ou Kyogre, de acordo com a respectiva versão. Uma outra opção será a pré-venda da loja ShopTo.net, comprando lá nesse período, o jogador leva pra casa um chaveiro do starter Torchic.

Fonte: Siliconera, http://www.nintendoblast.com.br/2014/08/pokemon-oras-3ds-edicao-limitada-europa.html

Gallo apresenta embalagem especial contendo três azeites premium

Raul Carvalho

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O kit, que custa em torno de R$ 75, conta com garrafas de 200 ml que se encaixam transformando-se uma única.

A marca lança Moments, um gift pack especial com nova embalagem contendo três de seus azeites da Linha Premium: Azeite Gallo Grande Escolha, Azeite Gallo Colheita Madura e Azeite Gallo Colheita ao Luar. O kit, que custa em torno de R$ 75, conta com garrafas de 200 ml que se encaixam transformando-se uma única.

A edição chegou ao mercado no mês de julho e ficará enquanto durarem os estoques, também como uma opção de presente para o Dia dos Pais.

Fonte: http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/423/index.htm

Embalagens de plástico verde reduzem desperdício e são mais seguras

Raul Carvalho

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Bioplástico tem sido utilizado como tecnologia promissora para preservar pães, biscoitos, queijos, carnes e frutas.

O desafio de desenvolver embalagens ecologicamente viáveis e que aumentem a vida de prateleira dos alimentos, reduzindo perdas e deterioração das frutas e hortaliças motivou pesquisadores da Embrapa Agroindústria de Alimentos, no Rio de Janeiro (RJ), a desenvolverem um filme ativo de polpa de acerola, com características antioxidantes e antimicrobianas.

A iniciativa contou com a colaboração com o Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

Mais que uma barreira física, atualmente as embalagens podem atuar como fator ativo na segurança dos alimentos, na conservação e na manutenção da qualidade. Embalagens ativas têm sido utilizadas como uma das tecnologias mais promissoras para preservar alimentos perecíveis como pães, biscoitos, queijos, carnes, frutas entre outros. O filme de amido de mandioca adicionado de polpa de acerola e óleo essencial de cravo, passível de ser comestível, aponta para esse cenário.

O bioplástico de polpa de acerola possui características antioxidantes, devido ao alto teor de vitamina C e betacaroteno, e microbianas, graças à ação fungicida do óleo essencial de cravo. O material representa uma inovação para a agroindústria e contribui para a redução do desperdício de alimentos.

O produto foi desenvolvido pela pesquisadora Mônica Guimarães Farias, doutoranda em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, sob a supervisão do pesquisador Carlos Piler, da Embrapa Agroindústria de Alimentos. “Percebo que há uma visão maior para a sustentabilidade nos negócios e um interesse da indústria na utilização de plásticos com características ativas e biodegradáveis”, analisa Mônica.

Redução do desperdício
No âmbito mundial, cerca de um terço dos alimentos produzidos anualmente para o consumo humano é desperdiçado. Isso equivale a cerca de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos. Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) confirmam que estes alimentos seriam suficientes para alimentar cerca de dois bilhões de pessoas ao redor do mundo. Na América Latina e Caribe se perdem e se desperdiçam mais alimentos do que os necessários para satisfazer as necessidades das 47 milhões de pessoas que ainda sofrem de fome na região.

As perdas e desperdícios de alimentos ocorrem ao longo de toda a cadeia alimentar: 28% se dão no âmbito do consumidor; 28% da produção; 17% no mercado e distribuição; 22% durante o manuseio e armazenamento e os 6% restantes na etapa de processamento. No Brasil, os estudos do pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos, Antonio Gomes, revelam que o problema do desperdício se concentra principalmente no transporte, manuseio, embalagens e a forma de comercialização de alimentos in natura, que não são adequados.

Nessa interface com os consumidores, as embalagens ativas e inteligentes devem contribuir efetivamente para a redução de perdas quantitativas e qualitativas durante a armazenagem, o transporte e a distribuição. A utilização do filme ativo aumenta a vida útil de frutas e vegetais, reduzindo perdas. As embalagens ativas protegem o alimento e têm a capacidade de inibir o crescimento de microrganismos, garantindo a qualidade e as propriedades sensoriais dos alimentos.

Para a produção do filme de acerola, é utilizado um agente fungicida natural, o óleo essencial de cravo, que se mostrou eficaz na inibição do crescimento do Penicillium sp., agente causal dos bolores de coloração azul ou verde em frutos cítricos, como laranja, limão e tangerina. Esse fungo causa o apodrecimento mais rápido das frutas acarretando prejuízos aos produtores e comerciantes, além de induzir reações alérgicas em pacientes sensíveis, o que representa uma ameaça à saúde do consumidor.

Embalagens biodegradáveis

As embalagens representam um terço do lixo doméstico e cerca de 80% delas são descartadas após serem usadas apenas uma vez. As embalagens plásticas convencionais contribuem para o esgotamento de aterros e lixões, morte dos animais, poluição das paisagens, entre outros impactos ambientais.

O polipropileno, plástico derivado do petróleo, é uma das matérias-primas mais comuns de embalagens de alimentos e bebidas, contribuindo para esse cenário. No Brasil, aproximadamente um quinto do lixo é composto por embalagens, ou seja, cerca de 30 mil toneladas desse tipo de lixo vão diariamente para os depósitos de lixo.

O problema ambiental motiva a substituição dos plásticos convencionais derivados do petróleo por plásticos biodegradáveis ou comestíveis. Os biodegradáveis degradam-se completamente no meio ambiente em pouco tempo. Os microrganismos, quando em contato com esse material, secretam enzimas que quebram suas moléculas em partículas cada vez menores. Enquanto um plástico convencional demora de quatro a cinco séculos para se decompor, o biodegradável se decompõe em poucos anos.

O recente relatório publicado pela consultoria TechSci Research revela que o mercado europeu para plásticos biodegradáveis tem previsão de crescimento de 12% no período de 2014 a 2019.

“O crescimento do mercado está sendo sustentado por vários fatores, como o aumento da consciência ambiental entre os consumidores, a aplicação de leis favoráveis ao meio ambiente e a crescente pesquisa e desenvolvimento do setor de plásticos biodegradáveis tanto no setor público, quanto no privado”, afirma Karan Chechi, diretor de Pesquisa da TechSci Research.

A utilização de plásticos biodegradáveis tem aumentado significativamente em indústrias para o usuário final, tais como embalagens, produtos descartáveis de plástico e têxteis. Percebendo os benefícios oferecidos por plásticos biodegradáveis, vários estudos estão em andamento para melhorar a viabilidade comercial dessas aplicações no Brasil e em outros países.

O custo do plástico biodegradável ainda é em média três vezes maior que o convencional. A maioria das empresas que investe nesses produtos tem como interesses principais estar à frente no desenvolvimento tecnológico e contribuir para a preservação do meio ambiente, utilizando-o como um diferencial de marketing.

Os plásticos são produzidos através de um processo químico chamado polimerização, que proporciona a união química de moléculas básicas, os monômeros, para formar polímeros, normalmente produzidos a partir do petróleo.

O pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos, Carlos Piler, trabalha na área há nove anos e já desenvolveu outros tipos de polímeros derivados de matéria orgânica e outras fontes alternativas de amidos utilizando também partículas nanométricas (30 mil vezes menor que a espessura de um fio de cabelo) em sua composição.

Os polímeros biodegradáveis apresentam reduzido impacto ambiental, já que podem ser consumidos junto com os alimentos ou serem mais rapidamente e facilmente degradados pela ação de microrganismos no solo e convertidos em adubo orgânico em compostagem. Seus projetos estão vinculados à Rede AgroNano que engloba os maiores especialistas do País em nanotecnologia para o agronegócio.

“Nossa meta agora é ampliar a produção desses bioplásticos para uma escala industrial com o uso da técnica de extrusão termoplástica, e continuar trabalhando na melhoria da resistência mecânica e no controle da permeabilidade a gases, de forma a validar as possíveis aplicações”, conta o pesquisador.

Fonte: embrapa, http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/415/index.htm

Piracanjuba lança leite em pó em embalagens stand up pouch

Raul Carvalho

Produto ganhará maior visibilidade nas gôndolas e traz praticidade para os consumidores.

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Consumidores de todo Brasil já contam com mais uma novidade da Piracanjuba nas gôndolas. Trata-se do leite em pó, nas versões integral (800g), integral instantâneo (800g) e desnatado instantâneo (600g), que poderão ser encontradas em embalagens stand up pouch (fica em pé nas gôndolas), propiciando ainda mais praticidade para os consumidores. “As embalagens são flexíveis, oferecem excelente visibilidade nas prateleiras e representam uma alternativa mais leve, quando comparadas com embalagens rígidas”, explica Lisiane Guimarães, gerente de Marketing da empresa.

A linha stand up pouch é ambientalmente indicada por consumir menos plástico no processo de produção e, consequentemente, gerar menos resíduos de descarte. Além disso, é uma embalagem mais econômica e segura, se comparada com a lata, por exemplo. “É um produto premium, que eleva o conceito da marca e vai ao encontro do que a Piracanjuba almeja ao longo de quase 60 anos: oferecer ao seu consumidor praticidade, cuidado e, acima de tudo, qualidade”, destaca a gerente.
Para a produção desse novo formato de embalagem, a empresa adquiriu máquinas específicas, que garantiram a agilidade do processo. “Temos a intenção de ampliar a linha de produtos oferecidos em stand up pouch. Vamos estudar algumas possibilidades”, diz Lisiane.

As embalagens de leite em pó stand up pouch poderão ser encontradas em atacados, supermercados, hipermercados e empórios de todo o Brasil.

Layout
O layout das embalagens stand up pouch é outro grande diferencial. Desenvolvido pela 100% Design, o projeto foi criado com o objetivo de mostrar ao consumidor uma proposta inovadora, com grande valor agregado, mas que, ao mesmo tempo, é acessível para todo o público consumidor. “Trouxemos uma releitura das ondas presentes na embalagem atual de sachê e associamos às ondas da própria identidade visual da marca. A gramatura é bem resistente e o resultado é um produto visivelmente atrativo aos olhos do consumidor”, finaliza Lisiane.

Embalagens stand up pouch
As embalagens stand up pouch são planejadas com impressão em rotogravura de última geração e produzidas com estrutura tri-laminada, que garante o shelf life do produto. “O objetivo, além de agregar valor ao produto no ponto de venda, é a oferta de maior volume com preços mais competitivos aos clientes finais. A praticidade é outro ponto forte”, explica Lisiane.

A decisão por uma embalagem flexível também contribui para a sustentabilidade do planeta, pois torna totalmente dispensável o uso de embalagens rígidas, economizando diretamente energia, água, logística, entre outros.

http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/393/index.htm

Agência Design com Z desenvolve as novas embalagens dos chocolates do Empório Santa Maria

Raul Carvalho

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O Empório Santa Maria, referência de sofisticação gastronômica aliada a praticidade, do bairro dos Jardim Paulistano em São Paulo, está lançou os chocolates marca própria, produzidos pela Gallete com chocolate belga e variados recheios.

As embalagens, de design moderno desenvolvido pela agência Design com Z, em tons de cobre e dourado, em cartão triplex, impressa em offset pela Fotoimpress, tem vários formatos e quantidades focando tanto o consumo próprio como um elegante presente, já que as embalagens são em formato de estojo com berços internos para acondicionar o bombons de forma ao consumidor experimentar a variedade dos sabores de cada confeito.

As embalagens são de 4, 6, 9 e 25 bombons com cada um com um sabor, além da caixas com 5 bolos sortidos com cobertura de chocolate belga.

http://www.embalagemetecnologia.com.br/noticias/2014/397/index.htm